um elefante de estimação
14 de setembro de 2009
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Um elefante de estimação
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Ouve o som do ar
Essa chuva que não quer parar
De inundar São Paulo
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Parece fechar as cortinas do seu teatro
Sua voz solta
Vai ser eterno
A poeira que move esse instante
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Se o céu azul te espera
( engano meu )
Faz lembrar do nosso pulo no mar
Eu me afogar
Então…
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Ouve o som do ar
Sua voz solta
Vai ser eterno.
eduardo duzera
* nos acolheu, ensinou muito, ensinou a admirar o som de um acordeon, fez o café com o gosto mais gostoso, entre outras tantas incontáveis coisa boas, me fez amar mais e mais o nosso Palmeiras. do caminhão zinho de madeira ao tombo no mar…você me fez rir toda a vida. Para você meu avô Oswaldo, meu elefante!